CGADB divulga nota de repúdio a ADI 5668/2017 com base nas Sagradas Escrituras

A CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil), sob a presidência do pastor José Wellington da Costa Junior, divulgou uma nota de repúdio a Ação Direita de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5668/2017, que segue em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF). O documento divulgado no início do mês mostra o posicionamento bíblico-doutrinário das Assembleias de Deus, que reiteram o compromisso com os “direitos fundamentais” do ser humano e se posicionam contra qualquer tipo de discriminação, intolerância, ou preconceito.

STF retira da pauta ação do PSOL que quer impor ideologia de gênero às escolas

O adiamento se deu após articulação da Frente Parlamentar Evangélica e da Frente Parlamentar Católica junto ao presidente do STF

A decisão ocorreu depois que Fux recebeu deputados da Frente Parlamentar Católica, da Frente Parlamentar Evangélica e representantes da Anajure, amicus curiae no processo.

STF retira da pauta ação do PSOL que quer impor ideologia de gênero às escolas

O ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou da pauta de julgamento do dia 11 de novembro a ação do PSOL que pretende impor a ideologia de gênero às escolas. Impetrada pelo PSOL, a ADI 5.668 quer, entre outras coisas, banheiros comuns, uso do nome social, aprovação do namoro entre menores de idade do mesmo sexo, aulas sobre teorias de gênero, etc. A de

 

A ação direta de inconstitucionalidade foi ajuizada pelo partido em 2017, após várias tentativas de incluir menções às palavras “gênero”, “identidade de gênero” e “orientação sexual” tanto no Plano Nacional de Educação (Lei 13.005), que foi 

aprovado pelo Congresso Nacional em 2014, quanto em planos de educação estaduais e municipais, que foram discutidos em 2015. O PSOL também reclama da ausência do tema na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), homologada em 2017. Em sua reunião com Fux, os deputados afirmaram que o assunto já havia sido amplamente discutido pelo Congresso nessas votações e, portanto, não teria sentido um novo debate do tema fora do Poder Legislativo. O adiamento, porém, não impede que a ação seja julgada no futuro pelo tribunal.

A ideologia de gênero defende que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir sua própria identidade, isto é, o seu gênero ao longo da vida. Por isso, ativistas LGBT insistem que as crianças devem ser estimuladas a outras experiências para decidir se querem ser do sexo masculino ou feminino. Na verdade, as pesquisas sobre disforia de gênero em crianças mostram como a veiculação dessa ideologia é prejudicial às crianças. Estudos como o do American College of Pediatricians concluem pela falta de evidências sólidas para estimular a mudança de sexo entre crianças, o que pode fomentar tratamentos invasivos, precoces e irreversíveis que produzem graves efeitos físicos e psicológicos.

Fonte CPADNEWS

 

Aguinaldo Lopes

Aguinaldo Lopes


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